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Projecto de intervenção + Estágio


Código: GS3204    Sigla: PIE

Ocorrência: 2018/19 - 2S

Área de Ensino: Gerontologia Aplicada

Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos Horas Contacto Horas Totais
LGS 6 Despacho 6311/08 de 05 de Março 15 ECTS

Horas Efetivamente Lecionadas

3Turma

Trabalho de Campo: 0,00
Seminário: 42,00

Docência - Horas

Trabalho de Campo: 15,00
Seminário: 3,00

Tipo Docente Turmas Horas
Trabalho de Campo Totais 1 15,00
Mónica Alexandra Vidal Teixeira   0,00
Seminário Totais 1 3,00
Mónica Alexandra Vidal Teixeira   3,00

Língua de Ensino

Português

Objectivos, Competências e Resultados de aprendizagem

Face ao diagnóstico local, pretende-se que o aluno proponha projectos que introduzam mudanças em respostas, políticas, programas e serviços direccionados para as pessoas idosas e famílias. Espera-se que seja capaz de: (i) sintetizar quadros gerontológicos relacionados com problemas dos mais velhos, suas famílias, ambientes e comunidades; (ii) elaborar projectos de intervenção em domínios como: saúde, acessibilidades, segurança, tecnologias de apoio, relações sociais, suporte informal, lazer e aprendizagem, participação social, prevenção do abuso, (iii) promover a escuta, o envolvimento e os contributos de idosos, famílias, profissionais e entidades na definição desses projectos; (iv) implementar e avaliar continuadamente os efeitos das intervenções, investigando soluções criativas e práticas para os problemas relacionados com o envelhecimento e as pessoas idosas; (v) problematizar a evolução dos papéis do gerontólogo na investigação de comunidades, programas, serviços e políticas.

Programa

1.Modos de conhecer e fazer em gerontologia social 1.1 Aprofundamento do diagnóstico e construção de sínteses teóricas acerca dos principais problemas (ex: insuficiência de respostas sociais; transportes e acessibilidades; isolamento social; fragilidade económica; ausência de suporte aos cuidadores e à doença mental; inexistência de projectos intergeracionais e de preservação da memória colectiva, de aprendizagem ao longo da vida e de estímulo à participação social; inacessibilidade face a cuidados de saúde diferenciados; insuficiência de trabalho de articulação inter-institucional e de monitorização das necessidades das pessoas mais velhas). 1.2 A elaboração de projectos de intervenção na comunidade considerando a proposta multidisciplinar de envelhecimento ativo da OMS, seus pilares e determinantes. 1.3 Implementação e avaliação dos projectos de intervenção e reflexão sobre os papéis do gerontólogo social no contexto dos projectos desenvolvidos.

Bibliografia Principal

AGE Platform Europe, EU CR and EC;How to promote active ageing in Europe: EU support to local and regional actors, Brussels: EU Publications Office, 2011
Fernandes, R.;Avaliação comunitária de uma população de idosos: da funcionalidade à utilização de serviços, Coimbra: Mar da Palavra , 2009
Duarte, M.;Fragilidade em idosos: modelos, medidas e implicações práticas, Lisboa: Coisas de Ler, 2015
Paúl, C.;Lá para o fim da vida–Idosos, família e meio ambiente, Coimbra: Almedina, 1997
Antunes, Mª. C. & Leandro, Mª. E. (org.);Envelhecimento: Perspetivas, Projetos e Práticas Inovadoras, Famalicão: Edições Húmus, 2016
Rosa, M. J. V.;O envelhecimento da sociedade portuguesa, Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2012
Sousa, L., Figueiredo, D. & Cerqueira, M.;Envelhecer em família: os cuidados familiares na velhice, Porto: Ambar, 2006
UE;Active ageing and solidarity between generations, EC: Eurostat, 2012
Villaverde Cabral, M.;Processos de Envelhecimento em Portugal. Usos do Tempo, redes sociais e condições de vida, Lisboa: Fundação Francisco Manuel dos Santos, 2013
Ribeiro, O. & Paúl, C.;Manual de Envelhecimento Activo, Lisboa: Lidel, 2011

Métodos de Ensino

Pretende-se que os alunos tenham oportunidade de observar e debater problemas inerentes à prática, traduzindo saberes teóricos em programas de acção, em permanente aperfeiçoamento. Assim, as aulas serão do tipo teórico-prático, assentes em estratégias pedagógicas que favoreçam a aprendizagem activa e a problematização das experiências observadas nos estágios; exposição de conteúdos com recurso a elementos convencionais e multimédia; debates ou trabalhos de grupo sobre acções a planear e a desenvolver; role-playing em torno do treino de competências direccionadas para o enfrentamento de situações reais; discussão orientada de textos científicos e seminários direccionados para o conhecimento de projectos diversificados nesta área.


Modo de Avaliação

Avaliação apenas com exame final

Avaliação Contínua

De acordo com o n.º2 do artigo 9º, capítulo II do Regulamento de Avaliação de Conhecimentos (RAC), a disciplina de Estágio é obrigatoriamente de avaliação contínua. Nas disciplinas de avaliação contínua, os alunos só poderão faltar a um máximo de 20% do total de aulas em cada disciplina (nº9 do artigo10º do RAC). Nas disciplinas o limite de faltas para o trabalho de terreno é de 5% do total de horas previstas e de 10% do total de horas previstas para os alunos abrangidos pelos estatutos de trabalhador estudante (lei 116/1997) e de apoio social a mães e pais estudantes (lei 90/2001). A avaliação é contínua, integrando: trabalhos realizados ao longo do semestre; assiduidade e participação ativa nas aulas e no estágio; relatório final. A avaliação integrará também o parecer do orientador local, relativamente ao desempenho do aluno no estágio.

Avaliação Final

A avaliação da disciplina de Estágio V será o resultado das seguintes ponderações: 50% da nota ¿ qualidade do trabalho de terreno e registos de campo; 50% da nota ¿ trabalhos escritos e/ou orais, assiduidade e participação nas aulas.

Demonstração da Coerência das Metodologias de Ensino com os Objetivos de Aprendizagem da Unidade Curricular

Observações - O atendimento aos alunos decorre no Gabinete 6. A docente ajusta o seu horário às necessidades dos alunos, particularmente dos trabalhadores-estudantes. Poderão contactar a docente por email ou telemóvel.