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Animação Sócio-Cultural II: Recurso para o Desenvolvimento...


Código: GS1204    Sigla: ASC2

Ocorrência: 2018/19 - 2S

Área de Ensino: Gerontologia Aplicada

Cursos

Sigla Nº de Estudantes Plano de Estudos Anos Curriculares Créditos Horas Contacto Horas Totais
LGS 9 Despacho 6311/08 de 05 de Março 4 ECTS

Horas Efetivamente Lecionadas

1Turma

Teóricas: 15,00
Laboratoriais: 15,00

Docência - Horas

Teóricas: 1,00
Laboratoriais: 2,00

Tipo Docente Turmas Horas
Teóricas Totais 1 1,00
Elsa Montenegro Moreira Marques   1,00
Laboratoriais Totais 1 2,00
Elsa Montenegro Moreira Marques   2,00

Língua de Ensino

Português

Objectivos, Competências e Resultados de aprendizagem

1. Transmitir conhecimentos teóricos sobre a questão do desenvolvimento social e comunitário e sobre o processo de intervenção comunitária. 2. Promover nos estudantes a capacidade para diagnosticarem necessidades e problemas do colectivo das pessoas seniores, numa determinada comunidade, as possibilidades de intervenção e sua avaliação. 3. Dar a conhecer instrumentos e projectos de animação sociocultural (ASC) para seniores, como meios para o desenvolvimento social e comunitário. Competências. Pretende-se que os estudantes sejam capazes de: 1. Relacionar os objectivos da ASC para seniores, com o desenvolvimento social e comunitário. 2. Intervir na comunidade, através do processo de diagnóstico, intervenção e avaliação. 3. Reconhecer as estratégias e os projectos que existem de ASC para idosos, como processos de desenvolvimento social e comunitário.

Programa

1.Desenvolvimento social e comunitário. 1.1. Conceitos base: desenvolvimento, comunidade, organização comunitária. 2. A associação, o actor colectivo e a organização comunitária. 2.1. A educação para o desenvolvimento; identidade cultural e sentimento de comunidade; intra e a interculturalidade. 2.2 A participação como princípio basilar do desenvolvimento comunitário 2.3. Empowerment e advocacy 3. A intervenção social comunitária 3.1. Princípios e principais elementos em jogo no processo de intervenção comunitária 3.2. Os seniores como recurso para o desenvolvimento social e comunitário. 4.Etapas de construção de um projecto de intervenção 4.1. Diagnóstico 4.2. Elaboração do plano de ação 4.3. Realização da intervenção 4.4. Avaliação da intervenção. 5. A animação sociocultural para seniores e o desenvolvimento social e comunitário.

Bibliografia Principal

Tonnies, F. ;«El nacimiento de mis conceptos de “comunidad” y “sociedad”», Sociológica, n.º 1. , 1986 . Site Web: http://www.catedras.fsoc.uba.ar/elias/tonnies.pdf
Sen, A. (2003) ;O Desenvolvimento como Liberdade, Lisboa: Gradiva
Serrano, G.P. (2008);Elaboração de projectos sociais. Casos práticos, Porto: Porto Editora.
Berne, A.L., Aran, A., Martínez, X.U. (2009);La Acción Comunitaria, barcelona: Graó
Viana, J.F.S. ;Porto: Cidade Amiga das Pessoas Idosas: Um estudo centrado na perspectiva de idosos das freguesias de Miragaia e Vitória. , http://recipp.ipp.pt/bitstream/10400.22/779/1/DM_JoaoViana_2010.pdf, 2010
Carmo, H. (1999);Desenvolvimento Comunitário, Lisboa:Universidade Aberta
Carvalhosa, S., Domingos, A., Sequeira, C. ;“Modelo lógico de um programa de intervenção comunitária – GerAcções”, Análise psicológica (2010), 3 (XXVIII): 479-490 em http://www.scielo.mec.pt/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0870-82312010000300008.
Trilla, J. (coord.) ;Animação sociocultural. Teorias, programas, âmbitos., Lisboa: Instituto Piaget., 2004
WHO;Guia Global das Cidades Amigas das Pessoas Idosas, http://www.gulbenkian.pt/images/mediaRep/institucional/FTP_files/pdfs/PGDesenvolvimentoHumano/ProjIdosos_GuiaCidades2009.pdf, 2007
Allegrini, G.O.;Desarrollo local, educación e identidad cultural, http://centauro.cmq.edu.mx/dav/libela/pdfS/educac/080102050.pdf, 2003

Observações Bibliográficas

No decorrer das aulas, poderão ser indicadas outras obras.

Métodos de Ensino

1. Utilizam-se aulas expositivas para transmitir os conhecimentos teóricos mais relevantes nesta área. 2. Utilizam-se aulas práticas com leitura e discussão de textos e de análise de projectos concretos de ASC como recurso para o desenvolvimento social e comunitário para que os estudantes possam reflectir sobre essas práticas à luz dos conhecimentos teóricos.


Modo de Avaliação

Avaliação apenas com exame final

Componentes de Avaliação e Ocupação registadas

Descrição Tipo Tempo (horas) Data de Conclusão
Participação presencial (estimativa)  Aulas  24
  Total: 24

Avaliação Contínua

De acordo com as regras do RAC, os alunos podem optar por uma das seguintes modalidades de avaliação: 1. AVALIAÇÃO DISTRIBUÍDA. Esta modalidade contempla: a) 1 trabalho prático realizado, preferencialmente em grupo (máximo 2 alunos). As regras para a realização do trabalho serão disponibilizadas em documento próprio. O trabalho tem uma ponderação de 70% na nota final. b) 1 apresentação oral, individual ou em grupo (máximo 2 alunos), sobre uma experiência de desenvolvimento comunitário com seniores. A apresentação oral tem uma ponderação de 30% na nota final. 2.EXAME FINAL (Artigo 12º do Regulamento de Avaliação de Conhecimentos) que consistirá na realização de um exame escrito individual. Note Bem: Para que o aluno se possa manter na avaliação distribuída deverá assistir a 75% do número total de aulas (Ponto 7 do Artigo 11º do Regulamento de Avaliação de Conhecimentos). Os alunos abrangidos pelos Regulamentos Especiais, mesmo que não consigam assistir a 75% das aulas, poderão manter-se nesta modalidade de avaliação desde que combinem um Plano de Acompanhamento com o docente conforme previsto no Ponto 8 do Artigo 11º do Regulamento de Avaliação de Conhecimentos.

Avaliação Final

Trabalho prático - 70% Apresentação oral - 30% OU Exame final - 100%

Provas e Trabalhos Especiais

Não aplicável.

Avaliação Especial (TE, DA, ...)

Não aplicável.

Melhoria de Classificação Final/Distribuída

Conforme Regulamento de Avaliação de Conhecimentos.